Sergio Keuchgerian (1962)
Sergio Keuchgerian nasceu em São Paulo, em 25 de janeiro de 1962. De 1988 a 2000, morou na Áustria, onde trabalhou com moda e fotografia. De volta ao Brasil, se especializou em fotografar espetáculos teatrais. Atualmente mora em Paris. Diário da busca e Contos indiscretos são seus livros publicados.
Odir Cunha (1952) Odir Cunha nasceu em São Paulo, Capital. Formado em Jornalismo, foi editor de Esportes e do Caderno de Domingo do Jornal da Tarde; jornalista no jornal O Globo; comentarista de esportes da Rádio e TV Record; critico de tevê do Jornal da Tarde; diretor de assessoria de comunicações da Secretaria Municipal de Esportes de São Paulo. Como jornalista abocanhou dois Prêmios Esso, pelo Jornal da Tarde, e Três prêmios da Associação Paulista dos Críticos de Arte, pela Rádio Excelsior, hoje CBN. Desde 2007 dedica-se a escrever livros, dar palestras. É um defensor do estilo de vida simples e do respeito à natureza, retratados em suas obras, Dinheiro, é possível viver sem ele; Os bichos ensinam, Vida simples e O barqueiro de Paraty.
Edílson Pereira de Carvalho (1962) Edílson Pereira de Carvalho nasceu em Jacareí – São Paulo. Até 2005 era considerado um dos melhores árbitros de futebol brasileiro. Premido pelas circunstâncias e dívidas, envolveu-se num dos maiores escândalos do futebol. No capítulo final do seu livro Cartão Vermelho, chega a emocionar com seu pedido de desculpas: ...Gostaria de pedir desculpa a toda a sociedade, inclusive àqueles que me criticam, me achincalham e que se pudessem até me agrediriam. Peço desculpas, sim, pelo momento de fraqueza que acabou transformando minha vida num verdadeiro inferno. Alguns dirão que muito fácil se arrepender depois de pego cometendo atos ilegais, mas muito, muito difícil é carregar o sentimento de culpa que oprime e dilacera a nossa alma...
Belén Gopegui (1963) Belén Gopegui nasceu em Madri. É formada em Direito. Depois de exercer o jornalismo cultural em revistas e no jornal El Sol, publica seu primeiro romance, La escala de los mapas, em 1993 pela Editorial Anagrama. Elogiada pelos críticos e aclamada pelo público, conquista o Prêmio Tigre Juan e o Prêmio Iberoamericano de Primeras Novelas Santiago Del Nuevo Extremo. Em 2004 escreve o roteiro El principio de Arquimedes,e neste mesmo ano publica El lado frio de La almohada, pela Editorial Anagrama. Atualmente é correspondente da revista cubana de cultura La jiribilla e é membro da redação móvel de www.rebelion.org
Luca Caioli (1958) Luca Caioli nasceu em Milão. Como jornalista, acompanhou os eventos esportivos mais importantes dos últimos 20 anos: Olimpíadas, Copas do Mundo, Fórmula 1 e as grandes competições de ciclismo. Atualmente mora na Espanha, é correspondente do Sky e escreve sobre o Barcelona e o Real Madrid para o Corriere della Será. Encantado pelo espetáculo que Ronaldinho Gaúcho apresentava em campo, dedicou-lhe um livro, Il Campione Che sorride – Ronaldinho, l’ultimo dei romantici, Limina Edizione, Itália.
Alberto Méndez (1941-2004) Alberto Méndez nasceu em Madri e concluiu seus estudos secundários em Roma. Licenciou-se em Letras e Filosofia. Na maior parte de sua vida trabalhou em grandes grupos editoriais. Em 2002, foi finalista do Prêmio Internacional de Contos Max Aub com o conto, Manuscrito encontrado em El olvido, que mais tarde integraria o livro Los girasoles ciegos, publicado pela Editorial Anagrama. Com Los girasoles ciegos, Alberto Méndez arrebatou o Prêmio Setenil de Contos. Sua morte repentina o impediu de ver sua obra laureada pelos dois principais prêmios da Espanha, o Prêmio Nacional de Narrativa e o Prêmio da Crítica. Em 2008, Los girasoles ciegos foi transformado em filme e ganhou todos os prêmios do cinema espanhol.
Jack Lang (1939) Lang nasceu em Mirecourt, França. É doutor em Ciências Políticas e Direito Público. Foi por duas vezes ministro da Cultura e da Educação da França. Amante da cultura e das artes, esteve sempre envolvido nessas áreas. Criou o Festival Internacional de Teatro de Nancy, dirigiu o Teatro do Palácio de Chaillot e do Piccolo Teatro de Milão. Fundou a Associação das Culturas do mundo e presidiu a União dos Teatros da Europa. Entre suas obras se destacam, L’État Et Théâtre em 1968, Une école élitaire pour tous em 2003, Laurent, Le magnifique em 2.002 e Nelson Mandela – Leçon de vie pour l’avenir em 2005.
Agustín Gómez-Arcos (1933-1998) Espanhol de nascimento, em 1966 radicou-se na frança depois de perseguido e censurado pelo governo do General Franco. A partir daí, publicou todas as suas obras em francês e obteve os principais prêmios literários da França. Seu romance mais premiado e traduzido, Ana-Não, vendeu mais de 350.000 exemplares em todo o mundo.
Susana Pérez-Alonso (1958) Espanhola de Astúrias, Susana Pérez-Alonso divide seu tempo entre a paixão pela literatura, a atividade política e a colaboração com jornais e rádios. Seu primeiro livro, Nada te turbe, publicado pela Editorial Grijalbo, selo da Randon House Mondadori, alcançou um grande êxito, com mais de 130.000 exemplares vendidos e abriu-lhe as portas do mundo literário.
Maite Carranza (1958) Maite Carranza, nasceu em Barcelona. Formou-se em antropologia e lecionou línguas antes de dedicar-se à criação literária. Publicou mais de quarenta títulos e obteve importantes prêmios literários na Espanha, ente eles o Prêmio da Crítica Serra d’Or e Prêmio Edebé de literatura infantil. Seu mais recente êxito, a trilogia A guerra das bruxas, já foi traduzido em mais de 25 países, incluindo Inglaterra e EUA, ambos pela Blomsbury. O primeiro livro da trilogia, Anaíd e o Clã da Loba, publicado em 2010 no Brasil pela Mundo Editorial.
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